terça-feira, 27 de outubro de 2009

Portal do professor - MEC


“Não basta levar o computador e a banda larga às escolas, mas que é preciso cuidar dos conteúdos digitais e educacionais e da formação dos professores.” Ministro da Educação, Fernando Haddad.

Há um site cujo objetivo principal é permitir ao professor alternativas à aula tradicional e acesso ao vídeo, ao áudio, à navegação por museus, portais de textos digitais para trabalhar em sala. Não o conhecíamos antes, porém com a sugestão da professora passamos a pesquisá-lo e a ver no que ele poderia ser útil.
Chegamos a conclusão que o Portal do Professor é um ótimo instrumento de auxílio ao trabalho dos professores e ao processo de formação.
A proposta de se criar esse site foi uma ótima oportunidade de inserir os professores, principalmente os que estão longe dos grandes centros, em ambiente com mais recursos tecnológicos. Assim, por mais que eles não tenham acesso em seu local de trabalho, seja por recursos ou sugestões de trabalho, ele fica sabendo de tudo que está acontecendo na área de educação.
Segundo o Ministério da Educação, o portal faz parte da política de informatização das escolas brasileiras, que prevê a instalação de 25 mil laboratórios de informática, 22 mil escolas com banda larga e capacitação de cem mil professores ainda este ano.
Vimos que o conteúdo do portal inclui sugestões de aulas de acordo com o currículo de cada disciplina. Além disso, há vários recursos como vídeos, fotos, mapas, áudio e textos, que tornam o conteúdo mais dinâmico e interessante para o aluno.
Outros recursos que vimos que também possibilita a comunicação e a interação entre os professores, são os seminários on-line e chats , porém não tivemos acesso porque é preciso se cadastrar e para concluir um login é necessário ser professor de alguma Instituição de Ensino.
O Portal do Professor traz seis itens: espaço da aula, jornal do professor, recursos educacionais, cursos e materiais, interação e colaboração e links.
Entre lá e confira! Além do site ser ótimo recurso didático, é um maravilhoso recurso para a educação: portaldoprofessor.mec.gov.br

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Homenagem ao mês das crianças

As crianças aprendem o que vivem....

Se a criança vive com críticas,
ela aprende a condenar
Se a criança vive com hostilidade,
ela aprende a agredir
Se a criança vive com zombarias,
ela aprende a ser tímida
Se a criança vive com humilhação,
ela aprende a se sentir culpada
Se a criança vive com tolerância,
ela aprende a ser paciente
Se a criança vive com incentivo,
ela aprende a ser confiante
Se a criança vive com elogios,
ela aprende a apreciar
Se a criança vive com retidão,
ela aprende a ser justa
Se a criança vive com segurança,
ela aprende a ter fé
Se a criança vive com aprovação,
ela aprende a gostar de si mesma
Se a criança vive com aceitação e amizade,
ela aprende a encontrar amor no mundo.
Autor desconhecido.

domingo, 18 de outubro de 2009

A metamorfose da sala de aula para o ciberespaço.

O texto “A metamorfose da sala de aula” da autora Rosemeire Carvalho do Amaral Delcin, aborda a interação da educação com as novas tecnologias digitais e a transformação do ambiente de aprendizagem.
A prática pedagógica precisa estar em constante transformação, exigindo dos educadores atitudes que reconheçam o aluno na sua multidimensionalidade, desenvolvendo sua aprendizagem individual e coletiva.
O uso das novas tecnologias no ambiente escolar auxilia no desenvolvimento de um ambiente de aprendizagem mais próximo da natureza viva e interdisciplinar contribuindo para a construção do conhecimento e da interatividade dos processos cognitivos.
Além de potencializar o resgate da sociabilidade humana, valores multiculturais, respeito as diferentes maneiras de pensar, mostrando que a vida e a aprendizagem não estão separadas.
Com o aumento do uso da tecnologia ocorre o desaparecimento da distinção hierárquica entre conhecimento cientifico e vulgar, onde todas as pessoas podem ter a possibilidade de transitar entre o moderno e o pós-moderno, em culturas diferentes, conhecendo novas tecnologias, confirmando que o ser humano está em constante transformação.

Referência Bibliográfica:

DELCIN, Rosemeire Carvalho do Amaral. A metamorfose da sala de aula para o ciberespaço.


terça-feira, 13 de outubro de 2009

"Ao brincar com a criança, o adulto está brincando consigo mesmo".
( Carlos Drummond de Andrade )

terça-feira, 6 de outubro de 2009

SUPERLOGO

(Desenho produzido utilizando o programa Superlogo)

Desenvolvido pela Universidade de Berkeley nos EUA, o LOGO nasceu com base nas referencias teóricas sobre a natureza da aprendizagem, desenvolvida por Piaget e reinterpretada por Papert, e nas teorias computacionais, principalmente a da Inteligência Artificial.
A principio não houve preocupação com o papel do professor no ambiente Logo. Posteriormente, surgiu um grande descontentamento com os resultados obtidos e o que este poderia fazer pela educação.
Traduzido para a língua portuguesa pelo Núcleo de Informática Educativa (NIED) da UNICAMP, o programa contribui para o desenvolvimento de conceitos espaciais, numéricos e geométricos.
Os conceitos espaciais são usados para comandar a tartaruga (cursor gráfico que tornou-se símbolo do logo) que se movimenta em atividades gráficas.
A tartaruga ou cursor gráfico, fica no centro da tela. Para fazer desenhos basta movimentá-la de modo que ela deixa traços pelo seu caminho. Há quatro comandos básicos que movimentam a tartaruga:
PARAFRENTE (PF)
PARATRAS (PT)
PARADIRETA (PD)
PARAESQUERDA (PE)
Ao usar esses comandos é necessário especificar o número de passos ou a medida do grau do giro. O SuperLogo tem outros comandos, se necessário saber mais sobre estes
comandos, pode-se usar o menu Ajuda, opção Índice, lá estará listado todos os
comandos do SuperLogo.
Por esse programa ser de 1977, apesar de já ter sido remodelado, acreditamos que com a era digital e com os avançados jogos computacionais e vídeo game este tipo de programa já não é mais tão atrativo para as crianças, que estão acostumado com jogos dinâmicos, muito coloridos e cheio de efeitos especiais. Mas, vai depender do profissional de educação motivar as crianças a utilizar o SUPERLOGO e assim trabalhar os conceitos que este programa proporciona.

Há duas formas de conseguir este Software:
O SuperLogo está disponível gratuitamente para download em:
http://www.nied.unicamp.br/publicacoes/softwares/slogo30.zip
Ou pode-se adquiri-lo comprando no seguinte site:
http://www.fastcommerce.com.br/divertire

As pedagogias do “aprender a aprender”

No texto "As pedagogias do 'Aprender a Aprender' e algumas ilusões da assim chamada Sociedade do Conhecimento", Newton Duarte abarca tendências pedagógicas recentes tecendo uma análise crítica de seus pressupostos. Estabelece vínculo entre a pedagogia das competências, o construtivismo e a escola nova, denominando-os de pedagogias do "aprender a aprender". Contesta as bases de seus fundamentos, os quais tendem a considerar que a aprendizagem do indivíduo por si mesmo tem mais valor que a aprendizagem por meio da transmissão por outras pessoas. (Sendo que a pedagogia das competências alimenta a ideologia da renovação e adaptação constantes e necessárias para se viver na sociedade dinâmica – por isso sociedade do conhecimento). O autor então enfatiza os aspectos ilusórios (ideológicos) contidos nesses referenciais: “o conhecimento nunca esteve tão acessível como hoje. Democratização do conhecimento ou da informação?; capacidade para lidar de forma criativa com situações singulares (o que está admitido e praticado nas relações sociais); os conhecimentos tem todos o mesmo valor; Certas experiências educativas estariam criando um futuro melhor por meio da preparação das novas gerações”. Dessa forma, Duarte alerta para a adesão intelectual no campo dessas novas idéias.

Referência Bibliográfica
DUARTE, Newton – As pedagogias do “aprender a aprender” e algumas ilusões da assim chamada sociedade do conhecimento, Revista Brasileira da Educação.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Use as tecnologias na escola de forma .....

O autor José Manuel Moran, especialista em projetos inovadores na educação presencial e a distância, aponta em seu texto "Como utilizar as tecnologias na escola" algumas direções que facilitam o trabalho do educador. Tecnologias para:
1- Organizar a informação.
2- Ajudar na pesquisa.
3- Comunicação e publicação.
É necessário que o educador aprenda a equilibrar processos de organização e de "provocação" na sala de aula. O ato de educar implica ajudar a encontrar uma organização em meio a tantas informações que temos/recebemos, como também, procura questionar, criar tensões produtivas e provocar a compreensão existente.
O autor cita as características predominantes em um planejamento didático, que se diferenciam na organização. Uma organização fechada e rígida apresenta o educador como um transmissor do conteúdo, aquele que transfere a sua visão de mundo pronta para o aluno. Já a organização aberta e flexível, apresenta o educador que trabalha em sala de aula a partir das experiências, projetos, novos olhares, estimulando assim, críticas e questionamentos.
Moran nos mostra que existem professores que privilegiam de tal forma a organização questionadora, mas não conseguem chegar à síntese do conteúdo. Por isso, ele diz ser preciso equilibrar organização e inovação, sistematização e superação.