terça-feira, 10 de novembro de 2009

Webquest

Webquest é uma atividade de aprendizagem que aproveita a imensa riqueza de informações que, dia a dia, cresce na Web.
O conceito de webquest foi criado em 1995, por Bernie Dodge, professor da universidade estadual da Califórnia, EUA, como proposta metodológica para usar a Internet de forma criativa.
Dodge a define assim:
"Webquest é uma atividade investigativa, em que alguma ou toda a informação com que os alunos interagem provém da Internet."
Em geral, uma webquest é elaborada pelo professor, para ser solucionada pelos alunos, reunidos em grupos.
A webquest sempre parte de um tema (o Egito Antigo, por exemplo) e propõe uma Tarefa, que envolve consultar fontes de informação especialmente selecionadas pelo professor.
Essas fontes (também chamadas de recursos) podem ser livros, vídeos, e mesmo pessoas a entrevistar, mas normalmente são sites ou páginas na Web.
É comum que a Tarefa exija dos alunos a representação de papéis (faraó, arquiteto, escravo), para promover o contraste de pontos de vista ou a união de esforços em torno de um objetivo.
Tipos
Bernie Dodge divide a webquest em dois tipos, ligados à duração do projeto e à dimensão de aprendizagem envolvida:
Webquest curta - leva de uma a três aulas para ser explorada pelos alunos e tem como objetivo a aquisição e integração de conhecimentos.
Webquest longa - leva de uma semana a um mês para ser explorada pelos alunos, em sala de aula, e tem como objetivo a extensão e o refinamento de conhecimentos.
Modelo de Webquest:

Imagem: webquest.com.br

Texto: http://webquest.sp.senac.br/textos/oque

"Espaço da aula no Portal do professor"

Como nosso objetivo é dialogar sobre a educação, propomos então, que visitem o site do MEC onde encontram-se vários links que podem auxiliar o trabalho do professor. Dentre os diversos recursos destacamos o "Portal do Professor" que é um espaço para troca de experiências entre professores do ensino fundamental e médio. É um ambiente virtual com recursos educacionais que facilitam e dinamizam o trabalho dos educadores.
O portal inclui conteúdos com sugestões de aulas de acordo com o currículo de cada disciplina e recursos como vídeos, fotos, mapas, áudio e textos. Nele, o professor poderá preparar a aula, ficará informado sobre os cursos de capacitação oferecidos em municípios e estados e na área federal e sobre a legislação específica.
Nesse portal é possível acessar o "Espaço da Aula" que é um lugar para criar, visualizar e compartilhar aulas de todos os níveis de ensino. As aulas podem conter recursos multimídia, como vídeos, animações, áudios etc, importados do próprio Portal ou de endereços externos. Qualquer professor pode: criar e colaborar; desenvolver aulas individualmente ou em equipe; pesquisar e explorar o conteúdo das aulas.
Portal do MEC:

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Portal do professor - MEC


“Não basta levar o computador e a banda larga às escolas, mas que é preciso cuidar dos conteúdos digitais e educacionais e da formação dos professores.” Ministro da Educação, Fernando Haddad.

Há um site cujo objetivo principal é permitir ao professor alternativas à aula tradicional e acesso ao vídeo, ao áudio, à navegação por museus, portais de textos digitais para trabalhar em sala. Não o conhecíamos antes, porém com a sugestão da professora passamos a pesquisá-lo e a ver no que ele poderia ser útil.
Chegamos a conclusão que o Portal do Professor é um ótimo instrumento de auxílio ao trabalho dos professores e ao processo de formação.
A proposta de se criar esse site foi uma ótima oportunidade de inserir os professores, principalmente os que estão longe dos grandes centros, em ambiente com mais recursos tecnológicos. Assim, por mais que eles não tenham acesso em seu local de trabalho, seja por recursos ou sugestões de trabalho, ele fica sabendo de tudo que está acontecendo na área de educação.
Segundo o Ministério da Educação, o portal faz parte da política de informatização das escolas brasileiras, que prevê a instalação de 25 mil laboratórios de informática, 22 mil escolas com banda larga e capacitação de cem mil professores ainda este ano.
Vimos que o conteúdo do portal inclui sugestões de aulas de acordo com o currículo de cada disciplina. Além disso, há vários recursos como vídeos, fotos, mapas, áudio e textos, que tornam o conteúdo mais dinâmico e interessante para o aluno.
Outros recursos que vimos que também possibilita a comunicação e a interação entre os professores, são os seminários on-line e chats , porém não tivemos acesso porque é preciso se cadastrar e para concluir um login é necessário ser professor de alguma Instituição de Ensino.
O Portal do Professor traz seis itens: espaço da aula, jornal do professor, recursos educacionais, cursos e materiais, interação e colaboração e links.
Entre lá e confira! Além do site ser ótimo recurso didático, é um maravilhoso recurso para a educação: portaldoprofessor.mec.gov.br

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Homenagem ao mês das crianças

As crianças aprendem o que vivem....

Se a criança vive com críticas,
ela aprende a condenar
Se a criança vive com hostilidade,
ela aprende a agredir
Se a criança vive com zombarias,
ela aprende a ser tímida
Se a criança vive com humilhação,
ela aprende a se sentir culpada
Se a criança vive com tolerância,
ela aprende a ser paciente
Se a criança vive com incentivo,
ela aprende a ser confiante
Se a criança vive com elogios,
ela aprende a apreciar
Se a criança vive com retidão,
ela aprende a ser justa
Se a criança vive com segurança,
ela aprende a ter fé
Se a criança vive com aprovação,
ela aprende a gostar de si mesma
Se a criança vive com aceitação e amizade,
ela aprende a encontrar amor no mundo.
Autor desconhecido.

domingo, 18 de outubro de 2009

A metamorfose da sala de aula para o ciberespaço.

O texto “A metamorfose da sala de aula” da autora Rosemeire Carvalho do Amaral Delcin, aborda a interação da educação com as novas tecnologias digitais e a transformação do ambiente de aprendizagem.
A prática pedagógica precisa estar em constante transformação, exigindo dos educadores atitudes que reconheçam o aluno na sua multidimensionalidade, desenvolvendo sua aprendizagem individual e coletiva.
O uso das novas tecnologias no ambiente escolar auxilia no desenvolvimento de um ambiente de aprendizagem mais próximo da natureza viva e interdisciplinar contribuindo para a construção do conhecimento e da interatividade dos processos cognitivos.
Além de potencializar o resgate da sociabilidade humana, valores multiculturais, respeito as diferentes maneiras de pensar, mostrando que a vida e a aprendizagem não estão separadas.
Com o aumento do uso da tecnologia ocorre o desaparecimento da distinção hierárquica entre conhecimento cientifico e vulgar, onde todas as pessoas podem ter a possibilidade de transitar entre o moderno e o pós-moderno, em culturas diferentes, conhecendo novas tecnologias, confirmando que o ser humano está em constante transformação.

Referência Bibliográfica:

DELCIN, Rosemeire Carvalho do Amaral. A metamorfose da sala de aula para o ciberespaço.


terça-feira, 13 de outubro de 2009

"Ao brincar com a criança, o adulto está brincando consigo mesmo".
( Carlos Drummond de Andrade )

terça-feira, 6 de outubro de 2009

SUPERLOGO

(Desenho produzido utilizando o programa Superlogo)

Desenvolvido pela Universidade de Berkeley nos EUA, o LOGO nasceu com base nas referencias teóricas sobre a natureza da aprendizagem, desenvolvida por Piaget e reinterpretada por Papert, e nas teorias computacionais, principalmente a da Inteligência Artificial.
A principio não houve preocupação com o papel do professor no ambiente Logo. Posteriormente, surgiu um grande descontentamento com os resultados obtidos e o que este poderia fazer pela educação.
Traduzido para a língua portuguesa pelo Núcleo de Informática Educativa (NIED) da UNICAMP, o programa contribui para o desenvolvimento de conceitos espaciais, numéricos e geométricos.
Os conceitos espaciais são usados para comandar a tartaruga (cursor gráfico que tornou-se símbolo do logo) que se movimenta em atividades gráficas.
A tartaruga ou cursor gráfico, fica no centro da tela. Para fazer desenhos basta movimentá-la de modo que ela deixa traços pelo seu caminho. Há quatro comandos básicos que movimentam a tartaruga:
PARAFRENTE (PF)
PARATRAS (PT)
PARADIRETA (PD)
PARAESQUERDA (PE)
Ao usar esses comandos é necessário especificar o número de passos ou a medida do grau do giro. O SuperLogo tem outros comandos, se necessário saber mais sobre estes
comandos, pode-se usar o menu Ajuda, opção Índice, lá estará listado todos os
comandos do SuperLogo.
Por esse programa ser de 1977, apesar de já ter sido remodelado, acreditamos que com a era digital e com os avançados jogos computacionais e vídeo game este tipo de programa já não é mais tão atrativo para as crianças, que estão acostumado com jogos dinâmicos, muito coloridos e cheio de efeitos especiais. Mas, vai depender do profissional de educação motivar as crianças a utilizar o SUPERLOGO e assim trabalhar os conceitos que este programa proporciona.

Há duas formas de conseguir este Software:
O SuperLogo está disponível gratuitamente para download em:
http://www.nied.unicamp.br/publicacoes/softwares/slogo30.zip
Ou pode-se adquiri-lo comprando no seguinte site:
http://www.fastcommerce.com.br/divertire

As pedagogias do “aprender a aprender”

No texto "As pedagogias do 'Aprender a Aprender' e algumas ilusões da assim chamada Sociedade do Conhecimento", Newton Duarte abarca tendências pedagógicas recentes tecendo uma análise crítica de seus pressupostos. Estabelece vínculo entre a pedagogia das competências, o construtivismo e a escola nova, denominando-os de pedagogias do "aprender a aprender". Contesta as bases de seus fundamentos, os quais tendem a considerar que a aprendizagem do indivíduo por si mesmo tem mais valor que a aprendizagem por meio da transmissão por outras pessoas. (Sendo que a pedagogia das competências alimenta a ideologia da renovação e adaptação constantes e necessárias para se viver na sociedade dinâmica – por isso sociedade do conhecimento). O autor então enfatiza os aspectos ilusórios (ideológicos) contidos nesses referenciais: “o conhecimento nunca esteve tão acessível como hoje. Democratização do conhecimento ou da informação?; capacidade para lidar de forma criativa com situações singulares (o que está admitido e praticado nas relações sociais); os conhecimentos tem todos o mesmo valor; Certas experiências educativas estariam criando um futuro melhor por meio da preparação das novas gerações”. Dessa forma, Duarte alerta para a adesão intelectual no campo dessas novas idéias.

Referência Bibliográfica
DUARTE, Newton – As pedagogias do “aprender a aprender” e algumas ilusões da assim chamada sociedade do conhecimento, Revista Brasileira da Educação.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Use as tecnologias na escola de forma .....

O autor José Manuel Moran, especialista em projetos inovadores na educação presencial e a distância, aponta em seu texto "Como utilizar as tecnologias na escola" algumas direções que facilitam o trabalho do educador. Tecnologias para:
1- Organizar a informação.
2- Ajudar na pesquisa.
3- Comunicação e publicação.
É necessário que o educador aprenda a equilibrar processos de organização e de "provocação" na sala de aula. O ato de educar implica ajudar a encontrar uma organização em meio a tantas informações que temos/recebemos, como também, procura questionar, criar tensões produtivas e provocar a compreensão existente.
O autor cita as características predominantes em um planejamento didático, que se diferenciam na organização. Uma organização fechada e rígida apresenta o educador como um transmissor do conteúdo, aquele que transfere a sua visão de mundo pronta para o aluno. Já a organização aberta e flexível, apresenta o educador que trabalha em sala de aula a partir das experiências, projetos, novos olhares, estimulando assim, críticas e questionamentos.
Moran nos mostra que existem professores que privilegiam de tal forma a organização questionadora, mas não conseguem chegar à síntese do conteúdo. Por isso, ele diz ser preciso equilibrar organização e inovação, sistematização e superação.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

"Construção da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola” -Vasconcellos.

Adaptação da resenha de Dorotéia Pires.


"O que seria de uma orquestra, se cada músico tocasse o que quisesse? Se não houvesse disciplina? Ela é necessária. E deve ser analisada como um meio e não um fim" Vasconcellos.


Motivado pela questão da ausência da disciplina em sala de aula, o pedagogo Celso dos Santos Vasconcellos publicou recentemente sua pesquisa: Disciplina: construção da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola.
Uma das maiores dificuldades em sala de aula é, sem dúvida, a indisciplina na educação, ela tornou-se um grande desafio e cada vez mais tem sido alvo de preocupação das escolas, da direção, dos pais e professores.
Da pré-escola à universidade, nunca a relação professor-aluno esteve tão difícil.

Assim como um médico, em sua formação acadêmica, de modo geral não é preparado psicologicamente para receber os inevitáveis impactos e problemáticas características de sua profissão, também o professor geralmente não recebe por parte da escola e por comodismo próprio o suporte para administrar esta série de microcosmos com diferentes composições genéticas, origens, histórias, famílias, expectativas, pensamentos, experiências etc.

Vasconcellos pergunta: "Como desencadear um processo de aprendizagem num universo tão diversificado?" (1994, p. 34).

Os agentes sociais ¾ a Igreja, os partidos, a família, a escola, a ciência ¾ não estão com seus autogovernos definidos, vitimando e desorientando o aluno. Estão em uma crise que merece um enfrentamento e um envolvimento maduro e consciente por parte de todos. Não se trata de descobrir os culpados. As causas da indisciplina estão entrelaçadas com a sociedade, a família, a escola, o professor e o aluno. São problemas familiares, carências, influências da TV, de toda a mídia, o que demanda uma atuação organizada e articulada em todas as frentes.

A família e a escola mudaram muito. Antes, a família era cúmplice da escola. Hoje deposita suas funções e delega suas responsabilidades a ela, porém a critica. Cada vez mais os alunos vêm para a escola com menos limites trabalhados pela família.

Houve uma profunda mudança na relação escola-sociedade e não percebemos. A sociedade mostra-se imatura pelo alto consumismo, levando à busca da satisfação imediata do prazer, diminuindo a capacidade de tolerância à frustração e aumentando a agressividade, a violência, a crise ética da corrupção, do "levar vantagem em tudo". A indisciplina na sala de aula comparada à indisciplina social não é tão grave. Conforme Vasconcellos, "segundo alguns analistas, daqui a algum tempo teremos no país apenas duas categorias de pessoas: os que não comem - porque não têm o que comer ¾ e os que não dormem ¾ de medo dos que não comem..." (1994, p. 24).

Vasconcellos (idem, p. 24) nos alerta que "a sociedade espera que a sala de aula seja um lugar de submissão, de doutrinação, de seleção natural, de domesticação".

E a escola? Funciona ou está reproduzindo esse sistema? O que a escola está fazendo dentro da sua autonomia relativa? Para que tipo de sociedade está colaborando? Ela quer formar o cidadão ativo, responsável e autônomo, mas não lhe dá a oportunidade de exercitar-se. É quase sempre constituída por um aglomerado de pessoas e não por uma equipe de trabalho. Apresenta propostas curriculares desarticuladas e anacrônicas.

E o educador? Qual é a sua postura: autoritária, conformada, comprometida, desesperada, desanimada, consciente? Que visão tem de sua ação pedagógica? Repressiva ou liberal? Vê o aluno como um mal necessário e a liberdade como um monstro subversivo e corrosivo, ou tem medo de ser repressor, quer ser legal e exalta o descompromisso, o espontaneísmo e a atitude do "cada um na sua"? Este último, pelo abandono e pela falta de responsabilidade, disciplina e conteúdo, acabam sendo desmoralizados pelos alunos "libertados". Esses extremos aumentam o descompromisso e o descaso, transformando o movimento educacional num processo destrutivo.

Essas relações mostram-se alienadas. O professor espera que a classe faça silêncio para poder dar aula; o aluno quer logo ir embora e receber a nota; a direção não quer problemas e os pais querem que o filho seja aprovado objetivando a ascensão social.

Quantos professores há que não estão preocupados com o futuro do educando, mas sim em sobreviver como educador. Não encaram o aluno-problema como desafio pedagógico. O professor que apenas quer obter o silêncio tem visão estreita. Os repressores conseguem uma disciplina que se esvai quando os alunos não estão na sua presença. O ideal é mostrar os limites, mas também as possibilidades, geralmente esquecidas. A educação por coação produz uma personalidade dependente, imatura e pouco criativa.

O professor não entra sozinho na sala de aula. Vão com ele os colegas, os funcionários, as regras, as vivências, toda a instituição está representada. Que imagem os alunos fazem da escola?

O professor precisa refletir a sua prática, fazer uma autocrítica. Sem uma definição clara do seu papel, não estará em condições de educar, dado que o aluno capta isso com muita facilidade e explora essa fragilidade. A falta de convicção da proposta do professor gera um acúmulo de dificuldades, podendo chegar a uma confusão generalizada na sala de aula.

Há um consenso de que sem disciplina não se pode fazer nenhum trabalho pedagógico significativo.

Em uma mesma escola existem professores conseguindo realizar um bom trabalho. Assim sendo, será que existe o aluno indisciplinado "em si"? Para Rosemberg, "é preciso saber ouvir e compreender a mensagem que se esconde por trás do comportamento manifesto como indisciplina" (apud Vasconcellos 1994, p. 50).

Trata-se de redimensionar o problema. A questão central não está na disputa entre professor e aluno, mas na organização do trabalho coletivo em sala de aula para se realizar a construção do conhecimento, quando o professor é o articulador da proposta, o coordenador do processo de aprendizagem e deve assumir seu papel de agente histórico de transformação da realidade, por meio de um ensino exigente e inteligente. Estar inteiro na sala de aula, manter a tensão entre a ternura e o vigor, o porto seguro e o "mar aberto", entre direção e participação.

Cabe a ele resgatar valores do passado, mas estar aberto aos novos valores emergentes, em função das necessidades colocadas pelas contradições sociais, políticas, econômicas, culturais, num processo de continuidade-ruptura, numa visão dialética.

O ideal seria uma disciplina consciente e interativa, marcada por participação, respeito, responsabilidade, construção do conhecimento, formação do caráter e da cidadania.

A disciplina deve formar o aluno "como pessoa capaz de pensar, de estudar, de dirigir ou de controlar quem dirige" (Gramsci 1982, p. 36).

Não queremos mais a educação tradicional autoritária, mas não desejamos a educação moderna, de cunho espontaneísta.

A efetivação de uma disciplina democrática na universidade depende da democratização da sociedade, na medida em que esta assumir uma nova ética social (superar a "Lei de Gerson"), valorizar a educação e adotar uma nova política para os meios de comunicação.

Vasconcellos conclui que "os educadores devem se comprometer com o processo de transformação da realidade, alimentando um projeto comum de escola e de sociedade", como numa orquestra.
"...Ninguém educa ninguém. Ninguém se educa sozinho. Os homens se educam em comunhão, mediados pela realidade. (Freyre, apud Vasconcellos 1981, p. 79)


* Resenha da obra de Celso dos Santos Vasconcellos, Disciplina: construção da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola. São Paulo: Libertad, 1994.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

“Ninguém educa ninguém, ninguém educa
a si mesmo, os homens se educam entre si,
mediatizados pelo mundo”. (Paulo Freire)


Entendemos que um dos eixos fundamentais do pensamento de Paulo Freire no que concerne à educação para a liberdade e a transformação da sociedade é o diálogo. É por ele que os homens transformam o mundo e ganham significação enquanto homens.
Acreditamos que na troca de experiências o conhecimento é construído pelos sujeitos, que transformam, (re)criam, (re)inventam paradigmas.
O grupo

terça-feira, 15 de setembro de 2009